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OpenAI

Como o BNY Mellon Democratiza a Inteligência Artificial com a Plataforma Eliza

14 de março de 2026
16:45
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Como o BNY Mellon Democratiza a Inteligência Artificial com a Plataforma Eliza

Introdução

No cenário atual, a inteligência artificial (IA) deixou de ser uma tecnologia exclusiva para centros de pesquisa e grandes laboratórios para se tornar uma ferramenta essencial no dia a dia das empresas. O BNY Mellon, uma das maiores instituições financeiras do mundo, é um exemplo claro dessa transformação. Por meio da parceria com a OpenAI e da criação da plataforma Eliza, o BNY está promovendo uma verdadeira revolução interna, tornando a IA acessível para mais de 20 mil colaboradores e impulsionando a eficiência operacional e a qualidade dos serviços para seus clientes.

O Desafio da Adoção da IA em Grandes Corporações

Integrar a inteligência artificial em uma organização do porte do BNY Mellon não é uma tarefa simples. Grandes empresas enfrentam desafios como a complexidade dos sistemas legados, a resistência cultural, a necessidade de treinamento e a garantia de segurança e conformidade. Além disso, a IA precisa ser aplicada de forma que realmente traga valor, otimizando processos e melhorando a experiência do cliente.

Por que democratizar a IA?

Tradicionalmente, o desenvolvimento e a utilização de IA ficavam restritos a equipes especializadas, limitando o potencial de impacto da tecnologia. Democratizar a IA significa permitir que colaboradores de diferentes áreas e níveis hierárquicos possam criar e usar agentes inteligentes, ampliando o alcance da inovação e estimulando uma cultura orientada a dados e automação.

A Plataforma Eliza: Um Hub de IA para Todos

Foi pensando nesses desafios que o BNY Mellon desenvolveu a plataforma Eliza, que utiliza tecnologias da OpenAI para capacitar seus funcionários a construir agentes de IA personalizados. Essa iniciativa não só facilita o acesso à inteligência artificial, mas também acelera a transformação digital da empresa.

Como funciona a Eliza?

  • Interface intuitiva: Permite que colaboradores sem conhecimento avançado em programação criem agentes de IA.
  • Integração com sistemas internos: Os agentes podem acessar dados corporativos de forma segura para oferecer respostas precisas e contextualizadas.
  • Automação de tarefas: Reduz o tempo gasto em processos repetitivos, liberando os funcionários para atividades estratégicas.
  • Melhoria contínua: Os agentes aprendem com o uso, aprimorando suas respostas e funcionalidades ao longo do tempo.

Impactos Positivos na Empresa e nos Clientes

Com mais de 20 mil colaboradores utilizando a plataforma Eliza, o BNY Mellon já observa benefícios significativos:

  • Aumento da eficiência operacional: Processos que antes demandavam horas agora são concluídos em minutos graças aos agentes de IA.
  • Melhoria na tomada de decisão: Informações geradas pelos agentes auxiliam gestores e equipes a agir com mais rapidez e assertividade.
  • Experiência do cliente aprimorada: Serviços mais ágeis e personalizados fortalecem a relação com os clientes, aumentando a satisfação e fidelização.
  • Fomento à inovação interna: A cultura de experimentação e aprendizado com IA estimula novas ideias e soluções criativas.

Conclusão

A iniciativa do BNY Mellon, ao construir uma plataforma acessível e poderosa como a Eliza, demonstra como a democratização da inteligência artificial pode transformar uma organização inteira. Ao capacitar milhares de colaboradores a criar e utilizar agentes de IA, a empresa não só melhora sua eficiência e competitividade, mas também coloca a inovação no centro de sua estratégia.

Essa experiência serve de inspiração para outras corporações que desejam integrar a IA de forma ampla e efetiva, mostrando que a tecnologia é, de fato, para todos e pode estar presente em todos os lugares.